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LIVRE: Defender a Democracia é defender a paz

Todos os anos, no dia 21 de setembro, celebra-se o Dia Internacional da Paz, afirmando a necessidade da humanidade fazer tudo o que estiver ao seu alcance para colocar um ponto final nos conflitos entre povos e caminhar para o estabelecimento da paz mundial.

Mas só será possível alcançar a paz se todos os cidadãos virem satisfeitas as suas necessidades básicas, desfrutarem de liberdade individuais, e viverem em sociedades mais iguais, solidárias, justas e prósperas.

A mudança climática que atravessamos, potenciada pela atuação da espécie humana, representa um perigo acrescido para a construção da paz no mundo.

Muitos conflitos armados estão relacionados com o controlo de bens naturais comuns e as catástrofes ambientais forçam milhões de seres humanos a deslocarem-se.

Por outro lado, a atual pandemia foi instrumentalizada com vista à promoção da discriminação, da intolerância, da xenofobia e mesmo o ódio. 

Os atuais conflitos militares, no Afeganistão, no Iémen, no Iraque, na Síria, ou em Moçambique reforçam a necessidade da comunidade internacional adotar passos concretos para a desmilitarização. 

“É urgente a suspensão imediata de todas as vendas de armas a Estados com registos de violação de direitos humanos, e a adoção de regulamentos europeus mais estritos sobre exportações de armas.”, refere a propósito da data o LIVRE em nota à nossa redação. 

O LIVRE diz ainda que “igualmente os atropelos às liberdades e direitos individuais, seja na Bielorrúsia, na China, em Hong Kong, na Hungria ou na Polónia são inadmissíveis”.

A construção da paz duradoura apenas é possível quando todos os cidadãos, sem exceção, tiverem os seus direitos respeitados e a sua dignidade assegurada pela democracia e pelo Estado de direito.

É pois necessário pensar a paz mundial numa perspetiva abrangente, em que a ação humana não pode ser vista como independente das relações ecológicas estabelecidas na Terra.

“No LIVRE, ambicionamos por um mundo em paz, em que as fronteiras são transpostas por todos, onde os direitos humanos não são letra morta e a democracia se constrói diariamente, e onde o futuro comum é pensado de modo ecológico.”, acrecenta o partido.

Neste Dia Internacional da Paz, “o LIVRE apela à salvaguarda do Estado de direito e da democracia, à desmilitarização global e a uma nova relação entre a Humanidade e o planeta que salvaguarde a sua sustentabilidade.” conclui o mesmo documento.

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