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Marcelo defende que esta é uma oportunidade para mudar instituições e comportamentos

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que a atual crise provocada pela pandemia de covid-19 é uma oportunidade para mudar instituições e comportamentos que não deve ser desperdiçada.

Na cerimónia comemorativa do 110.º aniversário da Implantação da República, o chefe de Estado referiu que Portugal vive “em tempo legalmente de exceção sanitária há mais de sete meses” e considerou que “este 05 de Outubro é, pois, dos mais difíceis e exigentes, se não o mais sofrido de 46 anos de democracia”.

“A recuperação económica durará anos, e mais anos mesmo se for uma oportunidade desperdiçada para mudar instituições e comportamentos e antecipar de modo irreversível o nosso futuro”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Lisboa.

Sem especificar a que instituições e comportamentos se referia, o Presidente da República acrescentou que “essa mudança só valerá realmente a pena se não servir só alguns portugueses privilegiados, mas permitir que se ultrapassem pobreza, desigualdade, injustiça social”.

Marcelo Rebelo de Sousa realçou que “a pandemia e a paragem económica e social” são globais e que “ninguém sabe” quando é que haverá tratamento e vacina para a covid-19.

No início da sua intervenção, que durou cerca de 12 minutos, o chefe de Estado recordou que, desde que foram confirmados os primeiros casos de infeção com o novo coronavírus em Portugal, o país passou por “situações de alerta, de contingência, de calamidade, estado de emergência duas vezes renovado” e que se mantém “em situação de contingência em todo o território continental”.

Em seguida, descreveu a realidade económica e social ao longo deste período: “Desde março, conhecemos, primeiro, a paragem abrupta de muita da atividade económica durante três meses, com desemprego ou baixa de salário em parte considerável do setor privado, e sufoco de inúmeras micro, pequenas e médias empresas, com decorrente aumento acelerado do défice orçamental e da dívida pública”.

“E, depois, rearranque desigual e, em múltiplos casos, hesitante ou não duradouro da atividade paralisada”, prosseguiu, considerando que Portugal se encontra também “em estado de exceção económica e social”.

*LUSA

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