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Central Nuclear de Almaraz: Bloco organiza sessão pública no dia 10 de outubro

Vai-se realizar na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, às 16h, e vai contar com as intervenções do Manuel Costa Alves, meteorologista, Fabíola Cardoso, deputada do Bloco de Esquerda na Assembleia da República e António Fiúza, membro da distrital do Bloco. A deputada do Bloco afirma que “é essencial encerrar Almaraz, esta maneira arcaica e perigosa de produzir energia não faz qualquer sentido, numa Europa que se quer dizer verde”. 

Realiza-se no dia 10 de outubro, sábado às 16h, na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, uma sessão pública organizada pelo Bloco de Esquerda sobre a temática da Central Nuclear de Almaraz.

A sessão vai contar com as intervenções de Manuel Costa Alves, meteorologista e ativista da causa ambiental, nomeadamente na região do Tejo, Fabíola Cardoso, deputada do Bloco de Esquerda na Assembleia da República e eleita pelo círculo eleitoral de Santarém.

A moderação vai ficar a cargo de António Fiúza, membro da Comissão Coordenadora Distrital de Castelo Branco do Bloco.

A organização refere que “as pessoas que queiram participar na sessão devem fazer marcação prévia através de ccdcastelobranco@gmail.com, 965151136 ou na página da Facebook” e acrescenta que “a iniciativa é realizada conforme as indicações emanadas das autoridades de saúde”.

Lembre-se que o Bloco entregou uma pergunta ao Ministério do Ambiente e da Ação Climática por causa dos incidentes que aconteceram na Central Nuclear de Almaraz, nomeadamente as paragens inesperadas dos interruptores, em junho passado.

Uma das questões do partido foi saber se existe um plano de evacuação, em caso de acidente, para as populações de Castelo Branco, Portalegre e Santarém.

Em declarações ao Interior do Avesso, Fabíola Cardoso, refere que “é essencial encerrar Almaraz, esta maneira arcaica e perigosa de produzir energia não faz qualquer sentido, numa Europa que se quer dizer verde”.

A deputada diz que “Almaraz é uma bomba relógio junto ao Tejo, a 100 quilómetros da fronteira. O lucro de uma empresa não pode continuar a sobrepor-se à segurança de tod@s.  Só com o envolvimento das pessoas e das associações ambientalistas  será criada a força suficiente para fechar esta, e todas as outras, centrais nucleares”.

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