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Maia Open começa este sábado com trio português no qualifying

Quadro de qualificação define as últimas quatro vagas no quadro principal

É o último torneio do ATP Challenger Tour a acontecer em 2020

Está tudo a postos para a segunda edição do Maia Open, torneio do ATP Challenger Tour que é organizado pela Federação Portuguesa de Ténis com o apoio da Câmara Municipal da Maia e que arranca este sábado com os primeiros encontros do qualifying, onde estão três tenistas portugueses.

Tiago Cação, Luís Faria e João Monteiro foram os escolhidos para receberem os wild cards e ficaram a conhecer os primeiros adversários no final de tarde da última sexta-feira, após o sorteio do quadro de qualificação composto por 16 jogadores.

Número 541 do ranking mundial, Tiago Cação irá a jogo num torneio do ATP Challenger Tour pela oitava vez e pela segunda no Maia Open, onde em 2019 disputou a primeira ronda do quadro principal e ficou muito perto da primeira vitória da carreira a este nível.

O adversário do tenista do Centro de Alto Rendimento da Federação Portuguesa de Ténis é Altug Celikbilek, turco que é número 318 ATP e é o sexto cabeça de série.

Luís Faria é o 797.º da hierarquia mundial e vai a jogo num Challenger pela quinta vez na carreira.

Na terra batida da Maia, o jovem vimaranense, que também faz parte do CAR, estará à procura da primeira vitória e para isso terá de superar o francês Geoffrey Blancaneaux, que venceu o torneio de Roland-Garros em juniores, no ano de 2016, e é o número 281 mundial (classificação que lhe vale o estatuto de primeiro cabeça de série).

João Monteiro é, entre os três, o mais experiente: apesar de ser o 854.º da tabela, o portuense de 26 anos chegou a ser 237.º em novembro de 2017 e já esteve em 14 torneios Challenger.

Tiago Cação

A campanha no Maia Open começará diante de Michael Vrbensky, checo que é o 309.º do ranking.

O último dia de preparativos para o Maia Open 2020 concluiu-se com a conferência de imprensa do diretor do torneio, João Maio, que se mostrou otimista em relação ao ténis que será jogado ao longo dos próximos nove dias: “Por ser o último Challenger do ano e pela época que foi, com poucos torneios, temos um cut off muito bom. Infelizmente ontem desistiram dois jogadores do top 100, mas vamos ter cá muito bons jogadores.”

“É sempre triste existirem desistências, porque quanto melhores são os jogadores, melhor é a qualidade do torneio e mais emoção existe. Mas entendemos perfeitamente que estamos a passar por uma situação que não é fácil, em que existe algum medo de viajar e regras de confinamento. Isto resulta numa situação que não é ótima para os jogadores viajarem, embora eu esteja plenamente convencido de que este ambiente não cria qualquer problema aos jogadores e eles já estão familiarizados com a bolha que foi criada”, acrescentou o diretor e treinador português.

Na antevisão, João Maio não escondeu o desejo de “contar com um campeão português” e analisou as possibilidades dos jogadores da casa: “Têm boas possibilidades e os portugueses costumam jogar bem em casa. O Pedro Sousa e o João Domingues já ganharam em Braga, há um ano o Domingues fez meias-finais aqui e esteve pertíssimo da final e há umas semanas o Pedro fez final no CIF. Estou convencido de que este ano temos boas possibilidades de sucesso.”

*Texto: Gaspar Ribeiro Lança
*Fotografias: Beatriz Ruivo

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