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Governo precisa de rever os modelos de financiamento dos transportes públicos na região da CIMBSE

A deputada Isabel Pires tem feito várias reuniões com algumas Comunidades Intermunicipais, sobretudo no interior do país. Numa reunião realizada no passado dia, 11 de janeiro, com a CIM das Beiras e Serra da Estrela, a deputada do Bloco de Esquerda referiu que “as críticas são as mesmas, de facto. Critérios e distribuição do dinheiro”. 

No passado, dia 11 de janeiro, realizou-se uma reunião entre uma comitiva do Bloco de Esquerda composta por vários dirigentes da Comissão Coordenadora Distrital de Castelo Branco e a deputada da Assembleia da República, Isabel Pires, e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE).

De acordo com o Bloco, “o principal motivo da reunião foi ouvir as dificuldades sentidas pela CIM durante esta pandemia na área dos transportes e a alteração do Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART)” que deixou de apoiar todos os utentes em 40% na aquisição de passes sociais e 60% para pessoas com mais de 65 anos ou menos de 23 para uma redução de 50% quem mostrar insuficiência económica. 

A deputada do Bloco tem reunido com várias Comunidades Intermunicipais, sobretudo com as das regiões de baixa densidade populacional e afirmou que “as críticas são basicamente as mesmas, de facto. Critérios e distribuição do dinheiro” e acrescentou que “o Governo precisa de rever os modelos de financiamento”. 

Sobre a alteração na forma de apoio aos passes sociais feita pela CIMBSE, Isabel Pires aponta que “consigo perceber a justificação de um ponto de vista formal, mas significa que quem antes tinha apoio e deixou de ter, vai voltar ao transporte individual, o que é o oposto do que se quer com este programa”. 

“Não é uma questão fácil de resolver, o dinheiro que as Câmaras Municipais têm que pagar ainda é muito elevado, especialmente para Câmaras com a dimensão destas”, sublinhou a deputada.

As operadoras têm exigido dinheiro às Câmaras Municipais devido à redução do serviço de transporte por culpa da pandemia e assim as verbas canalizadas pelo PART têm servido para financiar as empresas.

A dirigente distrital do Bloco, Cristina Guedes, levantou algumas preocupações relativas ao transporte escolar já que “foi solicitado às escolas que os horários das turmas fossem de preferência intercalados; umas turmas de manhã e outras de tarde. Acontece que temos no nosso concelho alunos a deslocarem-se para o Fundão às 7h00 da manhã e só têm aulas às 13h ou acabam às aulas às 13h e só têm transporte às 19h”.

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