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Coimbra Business School transmite todas as aulas presenciais em tempo real

Monitores interativos ecâmaras de vídeos instaladas nas salas de aula permitem o acompanhamento e a participação em direto de todos os estudantes que estão em casa. Os conteúdos ministrados podem ser revistos mais tarde através deum QR code. “Esta escola de negócios está na linha da frente da inovação tecnológica no ensino superior português”, afirma o seu presidente, Pedro Costa.

A Coimbra Business School | ISCAC instalou um sistema de ecrãs digitais interativos em todas as salas de aulaspara que todo o ensino ministrado seja, em simultâneo, presencial e lecionado à distância em tempo real.

O objetivo é dar aos estudantes que estão em casa a oportunidade de assistirem em direto aos conteúdos que estão a ser lecionados presencialmente nesta escola de ciências empresariais.

Os conteúdos incluem projeções ou o que o professor escreve no “quadro” (na verdade, um ecrã), podendo os estudantes fazer perguntas em direto e debater com os docentes e com os colegas que estão junto deles o que está a ser apresentado.

A Coimbra Business School aproveitou os últimos meses de 2020 – quando Portugal viveu uma relativa acalmia nas regras de combate à pandemia – para se preparar para atual terceira vaga da Covid-19, tendo modernizado os seus processos de ensino através da aquisição de equipamentos inovadores e da adaptação dos conteúdos a ministrar às novas tecnologias.

Todas as aulas podem ser gravadas, ficando acessíveis para serem vistas ou revistas mais tarde pelos estudantes.

“Embora em 2020, no início da pandemia,o regime de ensino à distância tenha sido utilizado, de forma emergente, para garantir a continuidade do ensino e a missão da Coimbra Business School, focámo-nos, desde logo, em duas prioridades para esta escola de negócios: encontrar soluções que diminuam a propagação da pandemia e salvaguardem a saúde de toda a comunidade académica; e garantir, ao mesmo tempo, a qualidade e a equidade educativa entre todos os estudantes da escola”, afirma Pedro Costa, presidente da Coimbra Business School.

“Por essa razão, mantivemos o regime presencial das aulas, sujeito às regras de saúde pública estabelecidas. E, como regime misto que temos neste momento em vigor, os estudantes que estão em casa podem assistir às aulas em igualdade de circunstâncias com os colegas presentes na sala de aula”.

No final de cada aula é agora possível aceder aos conteúdos ministrados através de um QR code.

“Uma das vantagens deste tipo de ferramentas passa pelos estudantes poderem rever, na altura e nas circunstâncias melhores para eles, o que foi lecionado. Assim, quem não teve oportunidade de assistir à aula, poderá fazê-lo em diferido, o que não era possível num regime exclusivamente presencial”, afirma Pedro Costa.

“Ensino do futuro será um ‘mix’ entre presencial e digital”

Para além dos monitores interativos, a Coimbra Business School está equipada com câmaras de vídeo e sistemas de som em todas as salas de aula.

Por isso o presidente da Coimbra Business School reclama para a instituição a distinção de estar “na linha da frente da inovação tecnológica no ensino superior português” ao permitir aos estudantes um acesso mais inclusivo ao conhecimento.

“Estamos constantemente a pensar em novas medidas que, respeitando todas as normas impostas pela Direção-Geral de Saúde, não interfiram com a formação dos nossos estudantes – ou até a melhorem, como é o caso”, afirma Pedro Costa.

O presidente da Coimbra Business School sublinha que as inovações tecnológicas que a escola está a colocar em prática desde o confinamento de março de 2020 não colocam em causa a prioridade que, sempre que possível, deve ser dada ao ensino presencial.

“A experiência académica presencial é mais do que os conteúdos a lecionar e muito mais do que relação aluno-professor”, afirma Pedro Costa.

“O ensino nas plataformas digitais tem muitas vantagens e tornou-se, pensamos nós, estrutural e indispensável: mas não consegue ser uma experiência académica integral e, por isso, não a substitui.”

Segundo Pedro Costa, “com ou sem pandemia, seja em que doses for, o ensino superior do futuro terá sempre de ser um ‘mix’ entre ensino-presencial e o ensino-digital”.

A prioridade da Coimbra Business School neste momento é apoiar os estudantes que tenham dificuldades de acesso à rede ou equipamentos informáticos com pouca capacidade.

“Sobretudo nesta altura, não podemos deixar ninguém de fora”, afirma Pedro Costa.

“É fulcral não deixarmos acentuaras diferenças socioeconómicas que, inevitavelmente, surgem com o aumento da dependência tecnológica do ensino à distância”.

Em 10 de março de 2020, a Coimbra Business School foi dos primeiros estabelecimentos do ensino superior a suspender as aulas presenciais.

Apenas três dias depois da suspensão, no dia 13 de março, já órgãos de comunicação transmitiam em direto docentes da escola a ensinarem a partir de sua casa e a interagirem com os alunos.

Poucas semanas depois 504 turmas tinham 100% de aulas à distância, um processo que envolveu 3.500 estudantes e 500 docentes e investigadores.

Com as medidas adotadas, até hoje não há evidências de contágios Covid-19 nas aulas presenciais da Coimbra Business School.

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