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COVID-19: ponto de situação no concelho de Proença-a-Nova

O concelho de Proença-a-Nova contabiliza, no início desta quinta-feira, 28 de janeiro, 25 casos positivos de COVID-19, 97 pessoas em vigilância, para um total de 137 recuperados e um óbito.

Face ao anterior ponto de situação, o concelho regista menos 13 casos positivos que, na maior parte, dizem respeito ao teste negativo obtido pelos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Proença-a-Nova, estando debelado o surto que provocou o atraso no processo de vacinação nesta Unidade.

“Mais uma vez venho reconhecer publicamente a articulação e rapidez de ação entre as entidades para a contenção deste surto e o trabalho inexcedível realizado pelos seus profissionais”, refere João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova.

Em coordenação com a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, será agora agendada nova data para a inoculação de 129 utentes e 94 funcionários.

De referir, em complemento à notícia anteriormente divulgada, que também 34 profissionais do Centro de Saúde de Proença-a-Nova já foram vacinados contra a COVID-19, totalizando 131 vacinações realizadas no concelho até ao momento.

O Município continua a acompanhar a evolução da pandemia, em particular a possibilidade de os alunos de todos os níveis de ensino retomarem as aulas no modelo online, voltando a disponibilizar, em articulação com o Agrupamento de Escolas, acessos à internet e computadores nos casos identificados.

Durante esta primeira pausa letiva, iniciada no dia 15 de janeiro, os alunos dos escalões A e B continuam a receber o almoço que está a ser entregue ao domicílio aos alunos que residam a mais de três quilómetros da vila, enquanto que nos restantes casos o levantamento é presencial.

De acordo com uma nota divulgada esta quinta-feira, 27 de janeiro, na página da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa já propôs ao Parlamento a renovação do estado de emergência até 14 de fevereiro.

“A situação de calamidade pública provocada pela pandemia Covid-19 continua a agravar-se, fruto, segundo os peritos, da falta de rigor no cumprimento das medidas restritivas, bem como de novas variantes do vírus SARS-CoV-2, que tornam ainda mais difícil a contenção da disseminação da doença.

A capacidade hospitalar do País está posta à prova, mesmo com a mobilização de todos os meios do SNS, das Forças Armadas, dos setores social e privado, pelo que não há alternativa à redução de casos a montante, que só é possível com a diminuição drástica de contágios, que exige o cumprimento rigoroso das regras sanitárias em vigor e a aplicação de restrições de deslocação e contactos.

Os peritos insistem que a intensidade e eficácia das medidas restritivas, em particular um confinamento mais rigoroso, é diretamente proporcional à eficácia e rapidez da desaceleração de novos casos, em seguida de internamentos e finalmente de óbitos”, justifica a Presidência da República.

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