13.8 C
Castelo Branco
Domingo, Outubro 24, 2021
No menu items!
InícioNacionalEstudo MetLife: Portuguesas privilegiam proteção dos filhos nos seguros de vida

Estudo MetLife: Portuguesas privilegiam proteção dos filhos nos seguros de vida

· 55% das inquiridas que possuem seguro de vida têm como beneficiários os filhos, segundo um inquérito divulgado hoje pela companhia de seguros MetLife.

· Quatro em cada cinco inquiridas (77%) indicam que a principal vantagem na aquisição de um seguro de vida é a possibilidade de ter uma proteção para a família em caso de imprevisto.

· Duas em cada cinco inquiridas consideram mais conveniente a aquisição de um seguro através de um mediador ou agente de seguros.

As portuguesas privilegiam a proteção financeira dos filhos nos seus seguros de Vida. Esta é uma das conclusões de um inquérito realizado para a MetLife, empresa líder em Seguros de Vida e de Acidentes Pessoais, no âmbito do Dia Internacional da Mulher.

O inquérito analisou as atitudes e hábitos das portuguesas no que se refere aos seguros e seguradoras durante a pandemia.

Mais de metade (55%) das portuguesas com seguro de vida têm como beneficiários os filhos. Seguem-se os bancos com 28%.

Além disso, cerca de quatro em cada cinco inquiridas (77%) indica que a principal vantagem na aquisição de um seguro de Vida é a possibilidade de ter uma proteção para a família, em caso de imprevisto.

Entre as inquiridas, 38% indica ainda que o seguro de Vida funciona como uma garantia de pagamento da casa e 16% como uma forma de poupança.

No que se refere ao impacto da Covid-19, cerca de metade das inquiridas refere ser “importante” ou “muito importante” ter um seguro de vida durante a pandemia. 

Entre as inquiridas dispostas a comprar mais seguros devido à pandemia, quatro em cada 10 inquiridas estariam dispostas a comprar um seguro de saúde, enquanto duas em cada 10 comprariam um seguro de vida.

Na aquisição de seguros, o preço é o principal impulsionador da decisão de compra para 66% das portuguesas, seguido das condições contratuais (65%) e do tipo de coberturas (47%).

Já no que se refere a coberturas adicionais num seguro de vida, as doenças graves são uma opçãopela qual 58% das portuguesas estariam dispostas a pagar mais, enquanto 46% optaria pela cobertura de “desemprego”, 42% por “risco de invalidez” e 37% por “acidente”. 

Entre as novas ofertas a contemplar numa proposta de seguro, as “recompensas de fidelização”são as preferidas das portuguesas inquiridas.

Além disso, um quarto das inquiridas gostaria de ver refletida numa proposta de seguro a referência a contribuições para instituições de solidariedade.

Portuguesas confiam mais nos mediadores e agentes de seguros

O papel do mediador ou agente de seguros é decisivo: quase metade (49%) das inquiridas refere que procura informação sobre seguros junto do mediador ou agente de seguros.

41% recorre aos websites das seguradoras.

Apenas 19% recorre aos bancos para obter informação.

Além disso, duas em cada cinco inquiridas consideram mais conveniente a aquisição de um seguro através de um agente.

Quase um terço (30%) das inquiridas prefere adquirir um seguro num balcão físico da seguradora.

Mais de um quarto (26%) das inquiridas prefere que o contacto com a sua seguradora seja efetuado através dos mediadores ou agentes de seguros.

O mesmo número privilegia o contacto por telefone.

Como assinala Patrícia Jimenez, diretorade Marketinge Comunicação da MetLife na Ibéria: “Os resultados deste estudo reforçam a ideia de que as mulheres portuguesas são muito assertivas do ponto de vista financeiro: preferemapoiar-se num processo de compra consultivo -que conte com a assessoria dos mediadores e agentes de seguros -e recorrer a informação pública das seguradoras para encontrar o melhor produto de proteção financeira. O facto de privilegiarem os filhos nos seus seguros de vida, em vez da entidade financeira junto da qual contraíram um crédito à habitação, por exemplo, reforça essa ideia e revela uma atitude racional perante a proteção do património familiar”.

Nota:

O estudo quantitativo foi efetuado através da aplicação de um questionário online junto do painel Netsonda, que abrangeu 400 indivíduos, de uma amostra representativa da população portuguesa, dos 20 aos 64 anos.

O inquérito foi efetuado entre os dias 11 e 14 de janeiro de 2021.

Mais informação em http://www.metlife.pt / http://www.metlife.com

Leave a Reply

- Advertisment -

Most Popular

COMENTÁRIOS RECENTES

Paula Alexandra Farinha Pedroso on Elias Vaz lança livro sobre lendas e mitos de Monsanto
%d bloggers like this: