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Cobertura de alta velocidade no Centro, Algarve, Alentejo e Madeira mais perto da média nacional

A cobertura de redes de alta velocidade nas regiões Centro, Algarve, Alentejo e Madeira reduziu a distância face à média nacional, no ano passado, com o aumento do número de alojamentos cablados, revelou hoje a Anacom.

Em comunicado, a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) referiu que “no final de 2020, pelo menos 5,6 milhões de alojamentos estavam cablados com uma rede de alta velocidade, mais 4,9% do que no final do ano anterior”, sendo que “o crescimento verificado é superior ao registado há um ano (4,4%). A cobertura das redes de alta velocidade foi de 88,5%, mais 4,1 pontos percentuais do que no final de 2019”, salientou o regulador.

Desagregando por região, “a cobertura em Lisboa e nos Açores foi superior à média”, indicou a Anacom, realçando “o crescimento do número de alojamentos cablados verificado no Centro (+8,8%), Madeira (+8,5%), Algarve (+7,8%) e Alentejo (+5,3%), regiões onde a cobertura de redes de alta velocidade se aproximou da média nacional, reforçando-se assim a coesão territorial”, disse o regulador.

A entidade adiantou ainda que o “número de alojamentos cablados com fibra ótica ascendeu a cerca de 5,4 milhões, mais 9,1% do que no ano anterior (tinha crescido 6,7% em 2019), tendo atingido uma cobertura de 85,6%” e que “o número de alojamentos cablados com acessos de alta velocidade suportados em redes de televisão por cabo aumentou 0,1% face ao ano anterior, totalizando 3,8 milhões. A cobertura deste tipo de redes era de 59,4%”.

Além disso, “no final de 2020, cerca de 73,6% das famílias dispunham de subscrições de serviços de alta velocidade em local fixo”, sendo que “nas regiões de Lisboa (90,3%), Açores (83%) e Madeira (81,9%) registaram-se penetrações acima da média”.

Já “nas regiões do Algarve (70,7%), Norte (70,3%), Centro (62,6%) e Alentejo (52,7%), em que a penetração destes serviços é mais baixa, os valores aproximaram-se da média nacional”, indicou a Anacom.

O regulador deu ainda conta de que “no final de 2020, o número de clientes residenciais de serviços de alta velocidade em local fixo atingiu os 3 milhões, mais 9,3% do que no mesmo período do ano anterior” e que “pelo menos 8 em cada dez novos clientes de redes de alta velocidade contrataram um serviço suportado em redes de fibra ótica (FTTH)”.

*LUSA

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