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Alma Azul: Leituras Partilhadas em duas esplanadas de Alcains

26 de abril, segunda-feira, às 17 horas

Em 2016, a Alma Azul e a Universidade de Coimbra criaram um Programa para assinalar o centenário da morte de Mário de Sá-Carneiro com várias atividades, entre elas, Leituras Partilhadas em Espaços Comerciais como o Café Santa Cruz, Ruas da Baixa e Praça Velha.

Em 2021, a Alma Azul repete o programa de Leituras Partilhadas em duas Esplanadas de Alcains, no próximo dia 26 de Abril, segunda-feira, a partir das Cinco da Tarde.

Cartaz alusivo ao Centenário da morte de Mário de Sá-Carneiro

O Café JTX e a Pastelaria na Vila, recebem as Leituras de vários Poemas de Mário de Sá-Carneiro, incluindo o último que enviou, de Paris, a Fernando Pessoa, mas também o “Cinco Horas” que se inicia com as palavras: “Minha mesa no café, / Quero-lhe tanto… “, passando por “Os Últimos Poemas de Mário de Sá-Carneiro”, como “Crise Lamentável” e “Caranguejola”.

Estes serão apenas alguns dos textos que a Alma Azul propõe aos alcainenses presentes nestas duas Esplanadas, num apelo à Leitura Partilhada de um dos autores mais destacados da Literatura Portuguesa.

A todo os que se atreverem a Ler o poema “Cinco Horas”, a Alma Azul oferece um dos livros (de Poesia ou Prosa) do autor de “A Confissão de Lúcio”.

Recordamos que Mário de Sá-Carneiro faleceu em Paris, no dia 26 de abril de 1916, com apenas 25 anos; deixando à Cultura Portuguesa uma das obras literárias mais importantes do século XX.

Amigo de Fernando Pessoa, a quem escreveu numa breve nota antes de consumar o suicídio “Um grande, grande adeus do seu pobre Mário de Sá-Carneiro; Paris, 26 de abril 1916” que mais tarde será publicada junto a toda a correspondência de Mário de Sá-Carneiro enviada a Fernando Pessoa: em carta, telegrama ou postal ilustrado.

Também deixou a cargo do autor da “Ode Marítima” e companheiro na Revista “Orpheu” todos os seus inéditos.

Leituras de Mário de Sá-Carneiro em Coimbra

Mário Cesariny escreveu um poema em homenagem a Mário de Sá-Carneiro que termina com os versos: “… deu a mão a Antero, foi-se, e pronto, / desembarcou como tinha embarcado// Sem jeito para o negócio”, onde traça o perfil biográfico de Mário de Sá-Carneiro.

O poema de Cesariny terá uma Leitura em cada uma das duas esplanadas alcainenses, sempre com o devido distanciamento, numa promoção da Leitura em Alcains, no mês em que se assinala o Dia Mundial do Livro.

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