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Politécnico da Guarda vai formar quadros para o primeiro Porto Seco do país

Em parceria com a Associação dos Transitários de Portugal estão a ser criados cursos que respondam às necessidades do mercado nas áreas da logística e dos transportes. O protocolo será assinado na conferência “Portos secos & terminais rodo ferroviários” que acontece a 4 de maio, no IPG. Ana Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial, Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e Jorge Delgado, secretário de Estado das Infraestruturas, vão marcar presença.

O Instituto Politécnico da Guarda – IPG estabeleceu uma parceria com a APAT – Associação dos Transitários de Portugal para capacitar profissionais nas áreas de gestão, dos transportes e da logística para trabalharem no primeiro Porto Seco português, que ficará sediado na Guarda.

O protocolo será assinado na conferência “Portos secos & terminais rodo ferroviários” que irá decorrer no dia 4 de maio, com início às 10:30, no IPG.

A iniciativa irá contar com a presença de Ana Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial, Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e de Jorge Delgado, secretário de Estado das Infraestruturas.

“A criação de um Porto Seco na Guarda irá impulsionar o desenvolvimento da economia da região, contribuindo para a criação de mais postos de trabalho e para o aumento da competitividade das empresas”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG.

“O IPG dedica-se a qualificar o território para que a população possa aproveitar os desafios e as oportunidades que irão surgir através de infraestruturas como esta plataforma logística, localizada no centro da Península Ibérica”.

No âmbito deste protocolo, a APAT vai colaborar com o IPG na qualificação de quadros para o desempenho de funções no Porto Seco, através da criação de novos cursos.

A APAT irá ainda apoiar o IPG na investigação aplicada que será produzida sobre o setor transitário e logístico.

“Vamos desenhar formações que serão lançadas em breve para prepararem quadros especializados que aumentem a competitividade dos produtos e serviços das empresas”, afirma Joaquim Brigas.

“A aposta na investigação científica irá expor as características e potencialidades económicas por explorar da atividade ligada ao Porto Seco e aos terminais ferroviários”.

Segundo António Nabo Martins, presidente-executivo da APAT, o Porto Seco será o núcleo de um ecossistema logístico que irá precisar de pessoas habilitadas, capacitadas e competentes.

“O IPG terá um papel fundamental na especialização de profissionais que irão ser recrutados por empresas e na transferência de conhecimento sobre as atividades relacionadas com o Porto Seco.

Conferência irá marcar assinatura do protocolo

A conferência “Portos secos & terminais rodo ferroviários”, onde será assinado o protocolo, foi organizada pela APAT em parceria com o IPG.

A sessão de abertura ficará a cargo de Joaquim Brigas, presidente do IPG, e de Paulo Paiva, presidente da APAT.

A iniciativa irá contar com a participação de três elementos do Governo: o secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, irá intervir antes da assinatura do protocolo; a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, é a responsável pela primeira sessão da tarde e a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, fará o encerramento.

Durante o dia irá ainda registar-se um debate com representantes ligados aos “operadores logísticos e operadores de transporte”, aos “operadores marítimos e operadores de terminais”, às “empresas importadoras e exportadoras” e ainda aos “portos marítimos, infraestruturas e autoridades”.

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