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Grandes Opções 2021-2025: Hortense Martins destaca o objetivo de promover a universalidade do acesso à saúde

A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Hortense Martins destacou, na passada quinta-feira, no Parlamento, que a saúde é uma “forte prioridade” para o Governo, salientando o caminho que tem sido percorrido no reforço do Serviço Nacional de Saúde.

Numa intervenção durante o debate sobre as Grandes Opções para 2021-2025, Hortense Martins começou por afirmar que “Portugal tem conseguido enfrentar o enorme desafio que a pandemia da Covid-19 nos trouxe com resiliência”, apenas possível graças ao “nosso Estado social e ao seu importante pilar que é o Serviço Nacional de Saúde”, mas também aos “bons profissionais de saúde, a quem devemos o combate a esta pandemia”.

A parlamentar socialista eleita pelo círculo de Castelo Branco asseverou que a saúde  é “uma forte prioridade para este Governo e para este Grupo Parlamentar”,  sublinhando que o PS reforçou “continuamente os recursos para fazer face às necessidades do Serviço Nacional de Saúde, das pessoas, das famílias e das empresas”.

Garantindo às restantes bancadas que “o subsídio de risco está a ser pago a cerca de cinco mil” profissionais de saúde, a deputada apontou que, “no início desta crise, as finanças públicas estavam equilibradas, os serviços públicos estavam mais reforçados e,  especialmente, os instrumentos abrangentes para a coesão social”.

O Executivo do Partido Socialista tem vindo a reforçar o Serviço Nacional de Saúde.

“Em 2020 houve um acréscimo relevante da despesa total. Também este ano, em 2021, cresceu 5,9%”, recordou a parlamentar, que notou que a despesa com pessoal cresceu 10,4%, “refletindo um aumento de cerca de 10 mil profissionais de saúde”.

“Os recursos humanos foram essenciais para fazer face a esta pandemia”, assegurou, apontando que os “eixos de intervenção das Grandes Opções são no sentido de promover uma saúde que seja também de prevenção de doenças, a promoção da universalidade do seu acesso, do reforço da saúde pública e também da saúde mental e dos cuidados paliativos”.

Recorde-se que o Partido Socialista tem pugnado para fomentar o acesso ao SNS, e que todos temos de ter acesso, quer em termos sociais, quer territoriais.  

Para este investimento temos  “como instrumento o Plano de Recuperação e Resiliência, onde estão indicados 1.380 milhões de euros, o que é muito relevante, por exemplo para os cuidados primários, para os cuidados integrados e para os cuidados paliativos”, frisou.

“Temos de continuar este caminho de reforço do Serviço Nacional de Saúde e é com esperança e confiança na retoma do controlo das nossas vidas e com sentido de responsabilidade que continuaremos a trabalhar no Parlamento e em articulação com o Governo”, afiançou Hortense Martins.

A vice-presidente da bancada do PS para a área da saúde mostrou-se depois desapontada com as intervenções dos restantes grupos parlamentares, considerando que era o momento de os partidos “colocarem aqui as suas ambições, as ambições para o país e a estratégia que têm”.

“Era esse contributo que esperávamos ver”, afirmou, salientando que, “para as pessoas, o importante são medidas que fazem verdadeiramente diferença nas suas vidas”.

“Quem chumbou o orçamento escolheu estar fora da solução e por isso escolhe não ver tudo o que foi feito nas áreas fundamentais como a saúde, a educação e na proteção das famílias e das empresas”, criticou a deputada, salientando que o investimento público anunciado no debate pelo ministro do Planeamento, Nelson de Souza, “pretende alavancar o investimento privado” e o “investimento público nas pessoas, nas empresas, no ambiente, no território, e isso é fundamental”.

“Não podemos ter, por um lado, quem diz que os instrumentos são fracos, que não se planeia, mas quando chega a hora de planear tenta-se neste hemiciclo desvalorizar esta discussão, e isso está profundamente errado”, lamentou Hortense Martins.

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