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Christeyns lista cuidados higiénicos para a indústria dos queijos

Europa consome média de 15kgs de queijo por pessoa por ano, num total de nove milhões de toneladas anuais

A indústria do queijo é um dos mais importantes setores de produção alimentar da Europa, incluindo Reino Unido, que gera anualmente um valor estimado de 24,4 mil milhões de euros, só em 2019.

Os estudos* referem que são consumidos, anualmente, cerca de 9 milhões de toneladas em toda a UE e Reino Unido, o que corresponde a uma média de 15kg por pessoa, por ano, prevendo-se um aumento para 16kg até 2025.

A Christeyns, empresa especialista em higiene profissional, revela na sua mais recente análise sobre a indústria dos queijos na Europa, entre outros dados, que em toda a UE e Reino Unido, existe uma mistura tanto de produtores locais artesanais de queijos especiais como de grandes produtores multinacionais que, entre eles, consomem quase 37% de todo o leite líquido produzido em todos os países para fabricar essas 9 milhões de toneladas por ano.

Neste sentido, e dada a importância que este elemento essencial na nossa roda dos alimentos representa em toda a Europa, a higiene e os cuidados na produção alimentar é fundamental, alerta a Christeyns.

A aplicação eficaz de controlos de higiene, sublinha a especialista, ajudará a garantir que este produto de alto valor possa continuar a ser apreciado em segurança.

A marca vai mais além e defende a importância do registo da monitorização e gestão da higienização e desinfeção, por parte dos fabricantes, de forma a proporcionar às autoridades de segurança alimentar e aos clientes, a necessária confiança de que o processo está sob controlo total e que todos os riscos foram considerados.

Confirma a especialista que, parte fundamental deste processo de gestão consiste em ter pessoal com formação adequada, equipado com as ferramentas, tempo e regimes químicos concebidos para minimizar os riscos e maximizar a qualidade e segurança do produto.

Como o queijo é um alimento pronto a comer, a legislação específica de higiene exige o controlo de microrganismos patogénicos, tais como Listeria monocytogenes, para evitar intoxicações alimentares e a recolha de produtos.

Um sistema de gestão da segurança alimentar bem concebido, gerido e equipado assegurará o cumprimento deste objetivo e que a higiene será sujeita a um processo de melhoria contínua, sublinha a Christeyns.

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