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Reconstrução do Posto da GNR de Mesão Frio após incêndio custa 370 mil euros

A reconstrução do Posto da GNR de Mesão Frio, afetado por um incêndio em novembro de 2019, vão custar 370 mil euros e o concurso público vai ser lançado em julho, disse hoje o presidente da câmara.

“O posto da GNR vai ficar com excelentes condições para acomodar as cerca de duas dezenas de agentes de autoridade”, afirmou à agência Lusa Alberto Pereira.

Em novembro de 2019, um fogo que deflagrou na zona das camaratas, no primeiro andar do Posto da GNR de Mesão Frio, no distrito de Vila Real, deixou o edifício “completamente inoperacional”.

Os militares foram instalados provisoriamente num edifício cedido pelo município.

Agora, segundo Alberto Pereira, depois de “várias indefinições” e “alterações”, o projeto está pronto para ir a aprovação nas próximas reuniões de câmara e da Assembleia Municipal e a obra deve ser colocada a concurso público no “início do mês de julho”.

Dias depois do incêndio, chegou a ser anunciada a intenção de lançar a recuperação do edifício, que é propriedade da câmara municipal, até ao final desse mesmo ano.

As obras vão ser abrangidas pela Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança, um diploma lançado em 2017 pelo Ministério da Administração Interna que prevê investimentos para construção e modernização de instalações policiais.

O contrato de cooperação vai ser assinado pelo município, pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna e pela Guarda Nacional Republicana.

O autarca disse que a intervenção representa um investimento que “ronda os 370 mil euros”.

“Vai ficar um edifício com muito melhores condições, com as condições ideais para os agentes da autoridade estarem acomodados com o máximo de conforto”, salientou Alberto Pereira.

Para o presidente do município, este é um “investimento importante” para Mesão Frio porque é, também, “uma forma de manter mais um serviço no concelho”.

“Caso contrário, se calhar, também corríamos o risco de o perder e é importantíssimo termos aqui a autoridade no nosso concelho”, concluiu.

*LUSA

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