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Os 10 jogadores com mais jogos pelo Alcains na II Divisão B

Fundado a 27 de julho de 1977, o Clube Desportivo de Alcains tem passado grande parte da sua existência nos campeonatos nacionais, tendo participado por 18 vezes na III Divisão, sete na II Divisão B e duas no Campeonato de Portugal.

Em 1995-96 alcançou a melhor classificação da sua história, o quinto lugar na II B – Zona Centro.

Porém, sete anos depois obteve um titulo, o de campeão da III Divisão.

Em termos de futebol regional, a formação albicastrense sagrou-se campeã distrital da AF Castelo Branco por cinco ocasiões (1977-78, 1980-81, 1988-89, 2008-09 e 2017-18).

Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Alcains na II Divisão B.

10. Filipe Correia (64 jogos)

Lateral esquerdo natural de Atouguia da Baleia, concelho de Peniche, jogou ao lado de Bruno Caires, Rogério Matias, Veríssimo, Pedro Henriques e José Soares na formação do Benfica, tendo ainda somado seis internacionalizações pelas seleções jovens de Portugal.

Depois de passagens pelos seniores de Lixa e Benfica Castelo Branco, reforçou o Alcains nos derradeiros meses de 1996, tendo amealhado um total de 29 jogos (todos a titular) ao longo de duas épocas na II Divisão B, mostrando-se impotente para evitar a descida à III Divisão em 1998.

Após a despromoção permaneceu no clube, tendo contribuído para a subida à II B em 1999-00.

Na temporada que se seguiu participou em 35 encontros (todos a titular) no campeonato e apontou cinco golos, diante de CaldasTorreense, Sp. Pombal, Cucujães e Sp. Covilhã.

No verão de 2001 transferiu-se para o Torreense.

9. Rui Melo (67 jogos)

Defesa central nascido em Angola, mas radicado na região da Beira Baixa desde tenra idade, passou pela primeira vez pelo Alcains em 1987-88, então na III Divisão, não conseguindo evitar a descida aos campeonatos distritais.

Entretanto voltou ao Benfica Castelo Branco, clube em que fez grande parte da formação e iniciou o seu percurso no futebol sénior, e passou por AmoraTorreense e Fafe antes de voltar ao emblema canarinho no verão de 1997.

Na temporada de regresso ao Alcains disputou 30 jogos (28 a titular) e apontou quatro golos, diante de Oliveirense, Guarda, Cucujães e Fanhões, ainda assim insuficientes para evitar a despromoção.

Após a descida à III Divisão permaneceu mais um ano no clube, falhou a subida, tendo posteriormente pelo vizinho Idanhense antes de voltar ao Alcains no verão de 2000 para participar em 37 partidas (33 a titular) na II B ao longo de duas épocas, não conseguindo impedir nova despromoção em 2002.

Depois transferiu-se para o Penamacorense.

8. Chiquinho (67 jogos)

Disputou o mesmo número de jogos de Rui Melo, mas amealhou mais 234 minutos em campo – 5791 contra 5557.

Médio brasileiro que entrou no futebol português pela porta do Sintrense, passou ainda pelo Barreirense antes de ingressar no Alcains no verão de 1995.

Em duas temporadas no emblema de Castelo Branco amealhou um total de 67 jogos (todos a titular) e 15 golos, contribuindo em 1995-96 para a obtenção da melhor classificação de sempre dos canarinhos na II Divisão B, o 5.º lugar.

Após dois anos nos albicastrenses, transferiu-se para o Estrela de Portalegre em meados de 1997.

7. Luís Graça (69 jogos)

Médio filho do antigo jogador alcainense Eduardo Graça (1986 a 1989), nasceu em Castelo Branco e foi maioritariamente formado no Benfica local, tendo ainda passado pelos juniores da Académica antes de ingressar para o Alcains na primeira época de sénior, 1999-00.

Nessa temporada contribuiu para a promoção à II Divisão B, patamar em que atuou em 33 encontros (28 a titular) em 2000-01.

Entre 2001 e 2003 vestiu a camisola do Torreense, tendo regressado aos canarinhos em 2003-04 para atuar em 36 partidas (35 a titular) e apontar seis golos, diante de Académica B, Fátima, Esmoriz, Oliveira do Hospital (dois) e Sp. Pombal, mas sem conseguir evitar a despromoção.

Após a descida de divisão mudou-se para o Benfica Castelo Branco, tendo ainda passado por clubes como ImortalMessinense e Quarteirense antes de encerrar a carreira no Alcains em 2015-16, nos distritais da AF Castelo Branco.

6. João Miguel (74 jogos)

Guarda-redes algarvio natural de Portimão, fez toda a formação e o os primeiros anos de futebol sénior com a camisola do Portimonense, tendo ainda passado pelos açorianos do Mira Mar e pelo Benfica Castelo Branco antes de reforçar o Alcains no verão de 2000.
Em dois anos no emblema canarinho amealhou 74 encontros (todos a titular) em 74 possíveis e 113 golos sofridos, não conseguindo evitar a descida à III Divisão em 2002, antes de colocar um ponto final na carreira.

5. Betinho (104 jogos)

Médio defensivo formado no Alcains, transitou para a equipa principal em 1994-95, tendo feito a estreia aos 19 anos num empate a um golo no terreno da União de Coimbra.
Nas três primeiras épocas como sénior revelou dificuldades para se impor como titular, tendo amealhado 36 jogos na II Divisão B, mas apenas 23 no onze inicial, entre 1994 e 1997.
Ainda assim, contribuiu para a obtenção da melhor classificação de sempre do clube no terceiro escalão, o 5.º lugar na Zona Centro em 1995-96.
Em 1997-98 vestiu a camisola do Orvalho, de Oleiros, mas na temporada seguinte regressou ao emblema canarinho para mais quatro anos.
Em 1999-00 ajudou a garantir a promoção à II B, patamar em que totalizou 68 encontros (todos a titular) e quatro golos nas duas épocas que se seguiram, não conseguindo evitar a descida à III Divisão em 2002.
Após a despromoção mudou-se para o Benfica Castelo Branco, tendo ainda passado pelo Idanhense antes de uma última passagem pelo Alcains entre 2007 e 2011.

4. Bruno Matos (126 jogos)

Médio de baixa estatura (1,69 m) natural de Alcains e formado no clube, estreou-se pela equipa principal aos 17 anos e três meses, numa vitória caseira sobre o Guarda em janeiro de 1995.
Nas três temporadas que se seguiram foi conquistando paulatinamente o seu espaço no plantel sénior, tendo amealhado um total de 68 encontros (22 a titular) e oito golos na II Divisão B entre 1995 e 1998.
Se em 1995-96 deu o seu contributo para a obtenção da melhor classificação de sempre do clube, o 5.º lugar na Zona Centro, dois anos depois mostrou-se impotente para evitar a descida à III Divisão.
Após a despromoção permaneceu nos canarinhos até ao verão de 2000, quando rumou aos açorianos do Operário, mas acabou por regressar a casa em janeiro de 2001 para, no espaço de um ano e meio, disputar 58 jogos (50 a titular) e apontar cinco golos na II Divisão B, não conseguindo impedir nova descida de divisão em 2002.
Depois de mais uma despromoção mudou-se para o vizinho Benfica Castelo Branco.

3. Hideraldo (181 jogos)

O melhor marcador de sempre do Alcains na II Divisão B, com um invejável registo de 73 golos.
Avançado brasileiro que entrou no futebol português pela porta do União de Santiago do Cacém em 1992-93, mudou-se para o Alcains na temporada seguinte, ajudando o emblema albicastrense a alcançar a sua primeira promoção à II Divisão B.
Seguiram-se duas épocas na II B, nas quais amealhou 68 encontros (todos a titular) e 35 golos, tendo contribuído em 1995-96 para a melhor classificação de sempre do clube, o 5.º lugar na Zona Centro.
Valorizado pelas boas campanhas nos canarinhos, deu o salto para o Sp. Covilhã no verão de 1996, mas não vingou nos serranos e voltou ao Alcains em outubro desse ano.
Entre 1996 e 1998 totalizou 52 partidas (49 a titular) e 18 golos na II B, mas mostrou-se impotente para evitar a descida à III Divisão em 1998.
Após a despromoção permaneceu no clube e em 1999-00 voltou a vivenciar uma subida à II Divisão B, patamar em que nas duas épocas que se seguiram contabilizou 61 jogos (45 a titular) e 20 remates certeiros, embora sem conseguir impedir nova descida de divisão em 2002.
Um ano depois deixou o Alcains, mas regressou em 2005-06, depois de uma passagem de dois anos pelo Pedrogão de São Pedro.

2. Élio (184 jogos)

Médio de características ofensivas natural de Alcains, iniciou a sua formação no clube da terra, mas concluiu-a na Académica.
Após uma passagem pelo Académico de Brasfemes, voltou a casa em 1992-93 para competir na III Divisão.
Na época seguinte representou o Sertanense, mas no verão de 1994 regressou aos canarinhos para jogador durante dois anos na II Divisão B, tendo amealhado 62 encontros (todos a titular) e oito golos nesse patamar competitivo entre 1994 e 1996, contribuindo em 1995-96 para a obtenção da melhor classificação de sempre do clube, o 5.º lugar na Zona Centro.
Valorizado, deu o salto para o Sp. Covilhã na companhia de Hideraldo, mas acabou por retornar precocemente ao emblema albicastrense em outubro de 1996, tendo até ao fim da temporada 1997-98 disputado 52 jogos (todos a titular) e apontado nove golos na II B, não conseguindo impedir a descida à III Divisão.
Apesar da despromoção, permaneceu no clube e em 1999-00 ajudou os alcainenses a regressar à II Divisão B, patamar em que atuou em 70 partidas (todas a titular) e somou dez remates certeiros nas duas temporadas que se seguiram, voltando a mostrar-se impotente para evitar nova descida de divisão em 2002.
Após nova despromoção transferiu-se para o vizinho Benfica Castelo Branco.
Mais tarde, em julho de 2012, assumiu a presidência do Clube Desportivo Alcains.

1. Lima (200 jogos)

Médio de características defensivas natural de Alcains, fez quase toda a formação e todo o seu trajeto enquanto sénior no clube da terra.
Em 1990-91 transitou para a equipa principal e só se despediu do clube em 2004, tendo vivido três subidas de divisão e outras tantas despromoções, tendo feito parte do plantel nas sete épocas em que os canarinhos militaram na II B, patamar em que amealhou um total de 200 jogos (142 a titular) e 13 golos entre 1994 e 1998, 2000 e 2002 e 2003-04.
No verão de 2004 cortou o cordão umbilical e mudou-se para o Águias do Moradal, clube em que encerrou a carreira.
*Foto de capa: Equipa do Alcains que disputou a II Divisão B em 1996-97

 

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