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Politécnico de Castelo Branco: orçamento para 2022 superior a 23 milhões de euros

O Politécnico de Castelo Branco submeteu o orçamento para 2022 no valor de EUR 23.273.588, mais EUR 468.287 que no ano de 2021, correspondendo a um aumento de dois por cento.

O orçamento prevê um aumento do número de alunos face ao ano anterior – o número de novos alunos tem aumentado todos os anos, tendo a instituição mais meio milhar de alunos face a 2018 – pelo que é de prever um aumento da cobrança em propinas no ano 2022 superior a EUR 80.000, face ao ano 2021.

A dotação do orçamento de Estado atribuída ao IPCB é de EUR 17.894.077 e destina-se exclusivamente a fazer face aos encargos previstos com pessoal, cobrindo cerca de 86,5% dessas despesas.

O aumento de dotação orçamental face a 2021 deve-se ao reforço de cerca de EUR 283.000 no valor do plafond atribuído pelo governo ao IPCB (reforço percentualmente semelhante a todas as instituições de ensino superior) e ao acréscimo de cerca de EUR 231.000 do valor inscrito em projetos cofinanciados a decorrer durante o ano 2022.

As despesas incluem as habituais rubricas com pessoal e aquisição de bens e serviços, estando ainda previsto o valor de EUR 100.000 para requalificação de edifícios.

António Fernandes, Presidente do IPCB, refere que “é o orçamento que melhor responde às necessidades do IPCB e encontra-se alinhado com a política de consolidação orçamental que tem sido seguida no seu mandato”.

Acrescenta ainda que “pela primeira vez em muitos anos, não houve necessidade de inscrever receita extraordinária no orçamento para 2022. A receita extraordinária tem correspondido no passado ao défice previsto para cada ano, tendo sido inscrita no orçamento de anos anteriores para possibilitar a submissão de um orçamento equilibrado”.

O valor da receita extraordinária chegou a cifrar-se em cerca de 2 milhões de euros. Em 2021, e fruto do trabalho de consolidação orçamental conseguido em 2019 e 2020, foi inscrita uma receita extraordinária de apenas cerca de EUR 300.000 justificada, fundamentalmente, por eventuais despesas relacionadas com a Pandemia COVID -19.

Relativamente aos Serviços de Ação Social, está previsto um orçamento de EUR 665.000.

A receita encontra-se dividida entre EUR 350.000, resultantes de transferência de orçamento de Estado – integralmente aplicada em despesas com pessoal – e EUR 315.000, por via da venda de bens e serviços.

Quanto ao funcionamento das residências de estudantes, considerou-se para 2022 uma taxa de ocupação de 50% durante os primeiros sete meses do ano face à previsível manutenção das regras de alojamento definidas pela Direção Geral de Saúde.

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