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Sala da Nora, em Castelo Branco recebe “Como se chega à ideia Numa obra contemporânea”

Sala da Nora, em Castelo Branco

Anileu Esteva, Ditas, Filomena Ribeiro e Manuela Santos vão falar sobre a sua obra no próximo dia 19, sexta-feira, pelas 18:00h, patente na Sala da Nora, em Castelo Branco.

As autoras das obras vão transmitir como pensam, nos sentidos que procuram criar, onde pesquisam, como trabalham, como chegam à ideia e tudo o mais que lhes for questionado.

Na Sala da Nora está a decorrer a exposição “Sem Culpa”, uma mostra de obras do Grupo de Arte Contemporânea da USALBI, a que pertencem.

Trata-se de um conjunto de trabalhos feitos no recolhimento involuntário – debatido e apresentado por meios digitais – e que está patente ao público até domingo, dia 21.

As linguagens das obras questionam os limites dos sentidos, pela ampliação dos conjuntos de leituras, muito díspares, a que o observador poderá chegar pela diversidade de imagens propostas nesta mostra.

“Sem Culpa”

Os referentes não são óbvios e são intrínsecos, o que proporciona um vasto campo de leituras, construções sígnicas intuitivas ou racionais, em associações que induzem o observador a relacionar-se com as obras num exercício complexo de construção de sentidos.

“Os alunos da Usalbi, talvez pela faixa etária em que se situam e porque já não têm de provar nada a ninguém, mantiveram o ritmo que vinha de trás e agora podemos verificar os resultados de que todos nos orgulhamos”, refere Arnaldo Braz, director da Universidade Sénior, no texto do catálogo.

Nuno Cunha, professor da disciplina de Arte Contemporânea, no catálogo salienta que“a liberdade criadora das amadoras de Arte que participam nesta mostra é quase total, apenas perturbada por receios que condicionam a apresentação das obras –  o olhar do observador – e sem os constrangimentos impostos pelo mercado, pelo poder político ou pelas instituições que, hoje, adquiriram um poder de validação que substituiu a autoridade do passado. São obras que se mostram depois duma gestação recatada, sem preocupações de estridências ou dependências de factores exógenos a estas criadoras”.

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