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PROENÇA-A-NOVA: Espécies invasoras ameaçam terrenos

De acordo com o disposto no Dec. Lei nº 92/2019, de 10 de julho, no seu capítulo III, Secção I, artigo 16º – Interdição de espécies invasoras (detenção, cultivo, criação, comércio ou troca), o Município de Proença-a-Nova adverte para a não aquisição de espécies invasoras e para a eliminação das que existem no seu território, a fim de não contribuir para a sua disseminação e consequente dificuldade de controlo e de eliminação destas.

As Plumas ou Erva das Pampas, presentes em hortas e jardins particulares, juntamente com a Hakea sericea, presente nas zonas ardidas e matos, deverão ser alvo de exclusão do território nacional, pelo cariz altamente invasor que adquirem e consequente prejuízo para outras espécies, quer vegetais quer animais.

No caso de Proença- a- Nova, e municípios adjacentes, a Hakea é ainda mais abundante do que a Erva das Pampas.

Neste sentido publica-se o documento em questão, bem como a lista nacional de espécies invasoras conforme previsto no nº1 de artº 17º, para que todos possamos adquirir uma maior consciência ambiental de sustentabilidade dos solos e dos povoamentos vegetais e animais, não contribuindo para a sua presença nos terrenos particulares.

Como forma de mitigar a proliferação destas espécies, foi criado o projeto ‘LIFE+ Stop Cortaderia – medidas urgentes para controlar a propagação de Erva-das-pampas no Arco Atlântico’, que está a decorrer até setembro de 2022, tendo como principal objetivo a implementação de uma estratégia transnacional comum para lutar contra a multiplicação.

O projeto tem como coordenadora a ONG social ‘AMICA’ e inclui como parceiros uma aliança de ONG Espanholas e duas entidades Portuguesas.

As Plumas, ou Erva-das-pampas, são consideradas uma das plantas invasoras mais nocivas no território do Arco Atlântico devido à sua capacidade de transformar e degradar habitats naturais e humanizados, de provocar problemas graves de saúde pública, como alergias, e também a nível económico, afetando a gestão de faixas marginais a vias de comunicação e de outros espaços.

Assim, erradicar as plantas invasoras existentes, estas e outras, enquanto ainda estão presentes em pequeno número, torna-se a opção mais viável, sustentável e económica.

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