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Luís Raposo no Museu de Castelo Branco

Organizada pela Sociedade de Amigos do Museu Tavares Proença Júnior A obra “Arqueologia, Património e Museus – Meio Século de intervenção Cívica e Cultural”, da autoria de Luís Raposo, vai ser apresentada Domingo, dia 3 de Abril, pelas 15 h 30 m, numa sessão que contará com a presença do autor, um dos nomes mais destacados da arqueologia portuguesa contemporânea.

Joaquim Baptista, Manuel Costa Alves, Manuel Lopes Marcelo, Maria Celeste Capelo e Adelaide Salvado discorrerão sobre as principais temáticas da obra desta figura muito ligada à história do Museu de Castelo Branco.

O volume condensa textos de intervenção cívica e cultural  em três grandes domínios compuseram este percurso de vida do autor: Arqueologia, Património e Museus.

Como afirma o editor Mão de Ferro: “ A soma dos três dá lugar a algo que a todos transcende e faz a singularidade deste volume: um fresco de época, construído ao sabor das vagas que agitam a vida pública, um panorama indispensável a todos os que se interessem por cultura e ciência ou, mais amplamente, aos que almejam melhor compreender a história recente do nosso País e da sua inserção na Europa e no Mundo”.

Capa do livro

Luís Raposo que é membro honorário da Sociedade de Amigo do Museu Tavares Proença considera que  “Sou e sempre fui um defensor de um Estado forte, regulador do bem comum, combatendo o engano do chamado ‘liberalismo’ político, herdeiro do sistema oitocentista de baronetes. Dito isto, considero também que a verdadeira democracia só existe quando as pessoas, individualmente consideradas e em grupo de interesses comuns, ou seja, as pessoas feitas cidadãos e as associações que constituam, tomam em mãos as suas causas, actuando de forma totalmente independente do Estado e sobretudo do seu aparelho, controlado pelos Governos e pelas lógicas da subserviência para garantia de lugares.
Por isso, também na área do património cultural, entendo que a ‘idade adulta’ só existirá quando tivermos pessoas livres no pensamento, na palavra e na acção. Às vezes, a condição de cidadão militante da causa patrimonial, máxime de dirigente associativo, conduz a ter de prescindir, ou simplesmente retirar do expectável como projecto de vida, o desempenho de cargos oficiais, a frequência de salões sociais e o benefício das mordomais que de ambos decorrem. Paciência. É a vida. E a vida é tanto mais bela quanto mais livremente a vivermos.”

 

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