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Nuno Borges e Gastão Elias mantêm viva possibilidade de uma final portuguesa no Oeiras Open

Nos pares, Nuno Borges e Francisco Cabral apuraram-se para a final

Nuno Borges e Gastão Elias voltaram a vencer e qualificaram-se para as meias-finais de singulares do Oeiras Open 1, mantendo viva a possibilidade de existir uma final entre tenistas portugueses, neste que é o primeiro de dois torneios consecutivos do ATP Challenger Tour que a Federação Portuguesa de Ténis organiza, no Complexo de Ténis do Jamor, com o apoio da Câmara Municipal de Ténis.

Em pleno Court Central do histórico complexo, Nuno Borges (150.º colocado no ranking ATP) venceu um dos encontros mais especiais da carreira — como o próprio o descreveu no final do dia — ao anular um match point a caminho da reviravolta frente ao brasileiro Thiago Monteiro (116.º), que assinou com os parciais de 6-7(6), 7-6(2) e 7-5.

Perante várias centenas de espetadores, o português e o brasileiro deram espetáculo do início ao fim, até que após 3h18 o jovem maiato de 25 anos rubricou a terceira vitória da semana para alcançar as meias-finais de um torneio Challenger pela terceira ocasião este ano.

“Foi um dos mais especiais, sem dúvida. Pela duração do encontro, pelo adversário, ser no Central [do Jamor] é sempre especial, este vai marcar-me”, descreveu.

Gastão Elias

Para chegar à final, Nuno Borges terá de passar pelo croata Nino Serdarusic (207.º ATP), que também precisou de sobreviver a três partidas — 6-7(5), 6-2 e 7-5 frente ao norte-americano Noah Rubin — para seguir em frente.

Depois, ainda houve tempo para mais uma vitória portuguesa no quadro principal de singulares: Gastão Elias (198.º) elevou o nível em relação às rondas anteriores e ultrapassou o checo Vit Kopriva (164.º) por 6-3 e 6-2 para se estrear em meias-finais em 2022.

“Sabe bem ter um encontro mais rápido dos que os outros. Estou satisfeito porque era um adversário perigoso, com qualidade e que até já teve bons resultados a nível ATP. Podia ter simplificado mais as coisas no segundo set, mas senti sempre que ele colocava pouca pressão nos jogos de serviço dele. O serviço não é uma grande arma, eu senti-me sempre confortável a responder e sabia que podia fazer o break a qualquer momento. Isso deixou-me relativamente tranquilo”, reconheceu Elias.

A separá-lo da final, o jogador natural da Lourinhã terá Alessandro Giannessi (174.º), de quem é amigo “há quase 20 anos”.

O italiano esteve entre a espada e a parede, mas conseguiu dar a volta a um encontro que parecia perdido e recuperou de 6-1, 5-1 e um match point para superar o compatriota Giulio Zeppieri com 1-6, 7-5 e 6-3.

A fechar o dia, Nuno Borges e Francisco Cabral qualificaram-se para a nona final de pares no ATP Challenger Tour ao afastarem o par composto por Luciano Darderi e Martin Cuevas, por 6-3 e 6-2, em menos de uma hora.

Com seis títulos conquistados nas oito finais que disputaram em 2021 (um deles no Oeiras Open), o maiato e o portuense procurarão o sétimo na tarde de sábado, frente a Sanjar Fayziev e Markos Kalovelonis.

O uzbeque e o grego derrotaram os portugueses Jaime Faria e Luís Faria por 6-3 e 6-1.

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