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Dia Mundial da Migração dos Peixes: POR UM TEJO LIVRE

Educação Ambiental sobre Peixes de Água Doce – 21 de maio de 2022

O proTEJO – Movimento pelo Tejo celebrará o Dia Mundial da Migração dos Peixes com a atividade “POR UM TEJO LIVRE – Educação Ambiental sobre Peixes de Água Doce” apelando à participação de todos os jovens e cidadãos da bacia do Tejo.

Esta celebração decorrerá na Escola Ciência Viva de Vila Nova da Barquinha na manhã do dia 21 de maio de 2022 numa atividade de educação ambiental com o envolvimento da comunidade escolar sobre a importância dos rios livres para a conservação das espécies migratórias que integrará apresentações do Projeto “Peixes de Água Doce Nativos”, do Livro Vermelho dos Peixes de Água Doce e Migradores e do Projeto “MEGAPREDATOR” – MARE | Centro de Ciências do Mar e do Ambiente / Instituto Politécnico de Santarém – Escola Superior Agrária.

Em seguida, será realizada uma demonstração de pesca científica com a identificação, medição, pesagem, caracterização ambiental e recolha de tecidos de peixes, bem como uma demonstração de técnicas de amostragem científica, redinha, armadilhas de luz e redes de emalhar.

O proTEJO defende um rio Tejo livre de novos açudes e barragens – Projeto Tejo e Projeto de Barragem no rio Ocreza – e pela exigência de uma regulamentação daqueles que já existem de modo a garantir: um regime fluvial adequado à prática de atividades náuticas e à migração e reprodução das espécies piscícolas; um estabelecimento de verdadeiros caudais ecológicos; e uma continuidade fluvial proporcionada por eficazes passagens para peixes e pequenas embarcações.

Pretende-se ainda consciencializar as populações ribeirinhas para a sobre exploração da água do Tejo que se avizinha com a construção de novos açudes e barragens e a que já existe face à gestão economicista das barragens hidroelétricas da Estremadura espanhola, aos transvases da água do Tejo para a agricultura intensiva no sul de Espanha e à agressão da poluição agrícola, industrial e nuclear, realçando ainda a importância do regresso de modos de vida ligados à água e ao rio que as atividades de educação e turismo de natureza, cultural e ambiental permitirão sustentar.

O Tejo merece!

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