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Kaichi Uchida volta a celebrar em Portugal com a conquista do Oeiras Open 3

  • Japonês conquistou o segundo Challenger da carreira
  • Terceiro título em Portugal, primeiro a este nível

Kaichi Uchida completou mais uma semana de sonho em solo português e conquistou o Oeiras Open 3, torneio do ATP Challenger Tour que a Federação Portuguesa de Ténis organizou, com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, no Complexo de Ténis do Jamor.

Na final deste domingo, o tenista japonês de 27 anos (atual 258.º do ranking ATP) colocou a cereja no topo do bolo ao derrotar o belga Kimmer Coppejans (339.º e ex-top 100) em duas partidas, por 6-2 e 6-4.

Com estes parciais, Kaichi Uchida conquistou o segundo título da carreira no ATP Challenger Tour (o primeiro aconteceu no Rio de Janeiro, em dezembro de 2021) e o primeiro em terra batida.

Kaichi Uchida com Vasco Costa e Kimmer Coppejans

Mas não só: esta foi também a terceira conquista do jogador nipónico em Portugal, país onde na temporada transata celebrou as vitórias nos ITF de 25.000 dólares de Vale do Lobo e Loulé, no Algarve.

“Este é o título mais especial por ser em terra batida. E como não esperava, estou muito feliz. Foi uma grande semana, derrotei grandes jogadores”, revelou já na sala de imprensa, após a cerimónia protocolar de entrega de prémios.

Depois, ainda falou do ‘efeito Portugal’: “Sou um jogador diferente aqui, sinto-me muito confortável e gosto dos courts.”

Quanto a Kimmer Coppejans, apesar de ter perdido a final, o belga despediu-se de Portugal com um sorriso no rosto, satisfeito por ter aproveitado a oportunidade para regressar aos grandes resultados (não disputava uma final desta dimensão desde março de 2021) e obter pontos importantes para manter vivo o objetivo de voltar aos torneios do Grand Slam já no US Open.

“Estou orgulhoso da minha semana. Se no início me tivessem dito que ia chegar à final com vitórias sobre o Carballes Baena e o Jarry [primeiro e terceiro cabeças de série] pelo caminho eu teria aceitado imediatamente. Não vou ficar desiludido com o resultado de hoje, vou levar a confiança desses dois bons encontros para os próximos torneios”, afirmou o tenista de Oostende, que também fez uma avaliação da final: “Ele fez um muito bom encontro. Não quero retirar qualquer mérito à sua vitória, mas hoje o meu corpo estava um pouco cansado. Não me movi tão bem e não tive a mesma energia em relação aos últimos dias, mas ele fez um encontro irrepreensível e foi o mais forte.”

No final, também Vasco Costa, presidente da Federação Portuguesa de Ténis, passou pela sala de conferências de imprensa para fazer um rescaldo ao Oeiras Open 3: “O balanço foi bastante positivo. Desta vez não tivemos a felicidade de contar com tenistas portugueses nas finais e até a vencerem, como aconteceu nos dois torneios anteriores, mas o balanço foi bastante positivo. É uma semana que coincide com o qualifying de Wimbledon, onde temos vários jogadores a competir, e que não é ideal para nós, mas a ATP solicitou-nos que organizássemos este torneio e dadas as relações que temos mantido e o apoio que nos foi concedido, concordámos em realizá-lo. Ao todo tivemos 10 portugueses em competição e foi mais uma semana importante para tentarem obter pontos que lhes permitam subir no ranking ATP.”

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