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Projeto Integrado de Eficiência Energética e Energias Renováveis da ESAC é caso de sucesso

A Escola Superior Agrária do Politécnico de Coimbra (ESAC-IPC) apresenta como caso de sucesso, no dia 28 de junho, no seminário “Descarbonização: As Oportunidades e o Papel da Administração Pública”, o seu projeto integrado de eficiência energética e energias renováveis.

Neste seminário, que é organizado pelo Instituto Nacional de Administração (INA) e pela ADENE – Agência para a Energia e irá decorrer no Auditório do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, a ESAC, através do seu Presidente, Rui Amaro, e da Professora Marta Lopes, dará conta da experiência de conceção, implementação e resultados alcançados com o projeto, apresentando-se como um exemplo de boas práticas a seguir por outras entidades da Administração Pública.

Bloco A Priojetos Eficiência Energética ESAC 2022

Recorde-se que são já quatro os projetos de eficiência energética implementados nos últimos cinco anos na ESAC, resultado da aposta desta instituição na gestão racional de recursos e na sustentabilidade.

Em concreto, foram realizadas intervenções no edifício principal da Escola, na Biblioteca, Bloco A e Bloco J, com os principais objetivos de reduzir o consumo e a despesa com a energia, melhorar significativamente os confortos térmico e luminotécnico, bem como a qualidade do ar interior, proporcionando assim melhores condições para as atividades letivas, de investigação e de serviços.

Com um investimento total de cerca de 700 000 €, cofinanciado pelo POSEUR – Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, foram instaladas cerca de 420 luminárias LED com sensores e um sistema de gestão remoto, colocados mais de 340 m2 de vãos envidraçados (janelas e portas) em perfil de alumínio com corte térmico e vidro duplo, aplicados 2200 m2 de isolamento térmico em paredes e coberturas, substituídas quatro caldeiras a gás natural por uma caldeira a pellets e instalados painéis solares térmicos para aquecimento de águas sanitárias.

A implementação destas medidas permitiu atingir as classes energéticas B- e B nos diferentes edifícios, estimando-se uma redução de consumo de energia na ordem dos 528 MWh/ano, ao passo que será evitada a emissão para a atmosfera de 175 toneladas de CO2/ano.

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