A programação do festival fica completa com as atuações do DJ Izzy, que, segundo a organização, “irá recriar o espírito das festas Rockline Tribe, no Palco Histórico do EDP Vilar de Mouros, na noite de quarta-feira, entre as 23:00 e as 03:00, e nas madrugadas de quinta-feira a domingo, entre as 02:30 e as 04:30”.

De acordo com informação disponível no ‘site’ oficial do festival Vilar de Mouros, junto ao recinto há uma zona de campismo, de acesso gratuito para quem tem passe de três dias para o festival.

O parque de campismo abriu no domingo e a saída dos campistas terá de acontecer até às 14:00 de dia 28 de agosto.

Quem só for a um dia, mas quiser ficar a acampar, pode fazê-lo pagando cinco euros.

No caso de quem tem bilhete de um dia, a saída terá de ser feita até às 14:00 do dia seguinte à data do bilhete.

O recinto abre todos os dias às 17:00 e haverá um autocarro gratuito, sempre a circular, com paragens na estação de comboios de Caminha, no centro de Caminha (na ótica Pitosga) e junto ao recinto do festival.

O cartaz do festival acabou por sofrer algumas alterações com a saída dos Limp Bizkit, Wolf Mother e Hoobastank, que adiaram ou cancelaram as digressões que tinham previstas e incluíam passagem por Vilar de Mouros.

O primeiro festival de música do país, que ainda hoje goza da fama do “Woodstock” à portuguesa, aconteceu em 1971 em Vilar de Mouros, tendo sofrido um interregno de oito anos, entre 2006 e 2014.

Como tantos outros festivais de música em Portugal, o Vilar de Mouros não se realizou em 2020 e 2021 devido às restrições impostas para combater a pandemia da covid-19.

A 1.ª edição de 1971, lançada pelo médico António Barge, contou com a presença, entre outros, de Elton John e Manfred Mann.

*LUSA