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Vila Nova da Barquinha: Requalificação do Largo Infante Santo arranca em setembro

A Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha vai dar início às obras de requalificação do Largo Infante Santo, na sede de concelho, no próximo dia 1 de setembro de 2022, prevendo-se que esta empreitada está concluída no dia 29 de janeiro próximo do ano.

Como obras constam na requalificação do espaço urbano, das infraestruturas de abastecimento e drenagem pública de águas residuais, das infraestruturas de iluminação pública e de baixa tensão e das infraestruturas de telecomunicações, passando-as de aéreas para subterrâneas.

Nesta primeira fase do projeto de requalificação, está prevista a demolição de dois edifícios localizados no Largo Infante Santo, confinantes com a Rua Alfredo Martinho da Fonseca.

O projeto pretende a reconversão/requalificação do Largo Infante Santo e do passeio contíguo à Rua Alfredo Martinho da Fonseca, para utilização coletiva, espaços incluindo verdes e mobiliário urbano, na lógica de dinamização dos espaços públicos municipais e melhoria do ambiente urbano, criando um espaço urbano aprazível, propício ao lazer e convívio da população, bem como, procedendo à melhoria das acessibilidades a vários níveis e privilegiando a utilização pedonal do espaço a intervencionar.

Esta candidatura surge no âmbito do reforço de FEDER (Prémio) atribuído com base na avaliação de desempenho de implementação da estratégia PARU.

Trata-se de um projeto definido como estruturante no Programa Estratégico de Reabilitação Urbana de Vila Nova da Barquinha.

Vila Nova da Barquinha

Este projeto tem como objetivos:

– Fomentar a revitalização urbana;

– Promover a sustentabilidade ambiental, cultural, social e económica dos espaços urbanos e a remoção de barreiras de acesso;

– Promover a melhoria geral da mobilidade, salvaguardando as necessidades específicas de pessoas com mobilidade condicionada;

– Valorizar o espaço público através da melhoria das condições de conforto urbano (ex: iluminação, mobiliário urbano, etc.);

– Promover a eliminação progressiva de barreiras arquitetónicas no espaço público;

– Projetar toda a área com acessibilidade, com espaços libertos de obstáculos e objetos supérfluos, seguros e aprazíveis, com sombras, bancos, sítios com utilizações diversas, dentro de uma uniformidade de tratamento;

– Tornar a zona utilizável por peões;

– Prever alguns lugares de estacionamento incluindo para mobilidade reduzida;

– Transformar a zona num local aprazível para estar.

Durante o período da obra, o Município solicita aos residentes para não estacionar os veículos automóveis no local, podendo, no entanto, aceder às respetivas garagens.

A intervenção resulta da aprovação de uma candidatura ao PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana, com um custo total de 224.748,39€ com taxa de financiamento de 85%.

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