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Investigação coordenada pela Universidade de Coimbra sobre as reações dos jovens aos impactos da pandemia no turismo distinguida por editora científica internacional

Uma investigação sobre o impacto do COVID-19 nos planos futuros e níveis de aceitação das restrições por parte das gerações mais jovens que Cláudia Seabra, Docente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) e investigadora do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT), coordenou foi distinguida com um “Prêmio Esmeralda Literati 2022″ na categoria ” na categoria “Papel De destaque” na categoria “De Papel destaque” na categoria “Papel De destaque” na categoria “Papel De destaque” na categoria “Papel De destaque” na categoria “Papel De destaque” na categoria “Papel De destaque“, pela editora Esmeralda científica, que detém mais de 300 revistas em várias áreas disciplinares.

A editora distingue, todos os anos, trabalhos científicos excecionais, não apenas para os jornais e livros científicos que edita, mas também para o conhecimento de forma alargada.

O estudo “Restrição à aceitação e percepção de risco em um contexto COVID-19 por gerações jovens“, publicado na revista científica International Journal of Tourism Cities, foi coordenado pelo investigador da Universidade de Coimbra (UC) e juntou investigadores de cinco países: Portugal, Egipto, Paquistão e Reino Unido.

O objetivo central deste trabalho passou por perceber como é que as gerações mais novas aceitam as imposições e medidas implementadas na sequência da pandemia e o impacto que estas teve na sua perceção de segurança no quotidiano e em contextos de viagem em três mercados turísticos recetores: Portugal, Egipto e Turquia.

A investigação permitiu concluir que “a pandemia de COVID-19 teve um forte impacto nas rotinas quotidianas e planos de viagens futuras dos jovens dos três países analisados, revelando que os jovens portugueses foram os que menos aceitaram as medidas restritivas impostas pelo governo”, explica a investigadora.

Neste estudo, foram investigados 348 jovens residentes nos três países.

O estudo ainda conclui que “existe uma opinião unânime sobre a urgência de alteração das rotinas diárias e planos futuros de viagem dos jovens, tal como a crença de que cidadãos e turistas eram vítimas potenciais da doença. Contudo, os resultados provaram também que, ainda assim, os portugueses sentiram-se menos nervosos com a ameaça em comparação com turcos e egípcios”, partilha a docente da FLUC.

Para Cláudia Seabra, esta distinção da Esmeralda demonstra “que a investigação que é feita na área do turismo na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e no Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território da UC tem grande relevância internacional, o que posicionar a FLUC e o CEGOT nesta área de estudo”.

“Aliás, como foi recentemente destacado pelo ranking de Xangai, uma das áreas disciplinares em destaque na UC é precisamente Gestão de Hospitalidade e Turismo, sendo um dos critérios desta avaliação do número de investigadores mais citados em suas áreas. Significa que estamos no bom caminho. Para além da crescente investigação que se faz em turismo, o fato de ainda ser premiado pela viatória é, de fato, algo que muito nos orgulha e nos dá alento para querer fazer mais e melhor”, destaca o investigador da UC.

O artigo científico está disponível em https://doi.org/10.1108/IJTC-08-2020-0165.

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