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Jornadas trazem Alexandre Quintanilha a falar de liberdade

HISTÓRIA DA MEDICINA 34 ANOS A COMEMORAR AMATO

A Biblioteca Municipal de Castelo Branco vai receber nos próximos dias 11 e 12 de Novembro, mais uma edição das Jornadas “Medicina na Beira Interior da Pré-história ao Séc. XXI” que tem na vida e obra da figura do médico judeu albicastrense Amato Lusitano a sua principal razão de estudo.

Iniciado em 1988 pelo antigo diretor do Museu Tavares Proença Júnior, António Salvado e pelo médico António Lourenço Marques, como a Jornada tem tido uma continuidade temporal notável sendo a reunião científica mais constante de Portugal apresentando, anualmente, os resultados das investigações e confirmando Castelo Branco como a capital da história da Medicina Portuguesa.

Em mais de três décadas afluíram à cidade, sempre no segundo do fim de semana de novembro, alguns dos maiores especialistas e investigadores ibéricos da história da Medicina transformaram o encontro no traço de união entre as instituições universitárias.

A edição 2022 inicia-se na próxima sexta feira, por 18 30m, com a conferência “O conhecimento só floresce em liberdade” proferida pelo professor Alexandre Quintanilha referência mundial nos domínios biofísico ‘nós membro de várias academias internacionais e fundou o Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto.

Foi professor universitário no ICBAS – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar. Alexandre Quintanilha desenvolveu o seu trabalho científico durante vários anos na Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos.

É Doutor Honoris Causa pela Universidade de Évora e foi agraciado com o Grande Prémio Ciência Viva 2020.

Deputado pelo Partido Socialista, é presidente da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência.

Alfredo Rasteiro, J. David de Morais, Albano Mendes de Matos – José Miguel Santolaya , Pedro Miguel Salvado, Joaquim Candeias da Silva. Maria Adelaide Neto Salvado, José Avelino Gonçalves Alfredo Rasteiro, João Rui Pita, Ana Leonor Pereira. Cristina Moisão Joaquim Baptista, Jose Ignacio Martín Benito, Paulo Samuel, José Dias Pires, Maria de Lures Barata, António Lourenço Marques Maria José Leal, Maria de Lurdes Cardoso. Miguel Nascimento, João Correia, Aires Diniz , Filomena Barata, Joana Bizarro, Maria do Carmo R. Mendes. André Oliveirinha, Eddy Chambino e António Salvado são alguns dos comunicantes que juntam várias áreas do sabre.

A obra “António Nunes Ribeiro Sanches Uma Nação no Tempo Um Sábio na Época” de autoria de Francisco Abreu será apresentada por Anselmo Cunha.

Durante o evento o pintor Rodrigo Dias desenvolveu o trabalho: A Dor e a Cura.

A mostra, organizada pela Câmara Municipal de Castelo Branco “A estátua de Amato Lusitano do Mestre Martins Correia: um património com futuro” é patentear ao público no átrio da Biblioteca durante o fim-de-semana.

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