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Boaventura Cardoso vence IV PRÉMIO DE LITERATURA DSTANGOLA/CAMÕES

O escritor Boaventura Cardoso foi o grande vencedor do IV PRÉMIO DE LITERATURA DSTANGOLA/CAMÕES, entregue na passada quinta-feira, dia 10 de novembro, numa cerimónia que decorreu no Auditório Do Instituto Camões, em Luanda, Angola.

Recorde-se que o autor venceu este prémio com a obra “Margens e Travessias”, num ano em que a edição foi dedicada a obras de prosa de autores angolanos, publicadas em 2020 e 2021.

“Há vinte e sete anos que falamos da cultura e da sua importância para a economia, as empresas, as cidades e os países. A escolha que fazemos prende-se com a importância estrutural da cultura e da educação como o caminho mais rápido para a liberdade, na posse da qual podermos tomar decisões que nos permitam fugir com mais velocidade da pobreza e da miséria”, descreveu Joaquim Teixeira, administrador do dstgroup, na entrega do prémio a Boaventura Cardoso.

A cerimónia de entrega do galardão e do prémio pecuniário no valor de 15 mil euros – entregue na quantia correspondente em kwanzas – contou com a presença da escritora e professora Irene Guerra Marques, presidente do júri do Prémio De Literatura Angola, o professor Manuel Muanza, membro do júri, Francisco Alegre Duarte, Embaixador de Portugal em Angola e o jornalista e adido de imprensa da Embaixada de Angola em França (Paris), Carlos Ferreira.

O Prémio de Literatura dstangola/Camões, que distingue livros editados em poesia e prosa, de artistas nascidos em Angola, já galardoou autores como Zetho Cunha Gonçalves, em 2019, Pepetela, em 2020 e Benjamim M’Bakassy, no ano passado.
De recordar que, também no âmbito do protocolo assinado em 2019 com o Camões, I.P., foi criada a sala de leitura dstangola no Centro Cultural Português em Luanda, que recebeu do dstgroup milhares de livros, no valor de mais de 12.500 euros.
“O remédio para os males da sociedade passa pelo valor e pelo poder da cultura nas nações, pelo que as nações fazem pela cultura, pelo orçamento que as nações, as cidades e as empresas destinarem à cultura e a forma como as nações encaram nomeadamente o papel da cultura no ensino”, acrescentou Joaquim Teixeira.

 

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