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Renda mais que duplica em Évora face a 2021

Barómetro Imovirtual

Lisboa, Castelo Branco, Viseu e Setúbal com aumentos significativos

O valor da renda média fixa-se agora em 1.371€. Estes valores são +30,8% (cerca de 320€) mais caros que no mesmo período de 2021.

Face ao ano passado, a renda mais que duplica em Évora (+111,3%), que passa a ser a terceiro distrito mais caro (1.234€) depois de Lisboa e Porto. Renda em Lisboa chega quase aos 2 mil euros. Também há aumentos significativos da renda em Castelo Branco (+47%), Viseu (+46%) e Setúbal (+46%).

Principais conclusões:

ARRENDAMENTO

  • O valor médio dos imóveis para arrendar sobe +9% de outubro para novembro, fixando-se agora em 1.371€ (o segundo valor mais elevado do ano, a seguir a agosto). Em relação ao ano anterior, quando a renda média se fixava nos 1.048€, há um aumento de +30,8% (cerca de 320€ mais cara).

Distritos em destaque:

  • Bragança (+47,2%) é o distrito com maior aumento da renda média de outubro para novembro, que sobe de 432€ para 636€. Também Évora regista um aumento considerável de +35,2%, subindo de 913€ para 1.234€.
  • Em contrapartida, os distritos com a maior diminuição do valor médio de arrendamento em novembro, face ao mês anterior, foram Beja (-30,6%), que desce de 780€ para 541€, seguindo-se Vila Real (-11,9%) e Guarda (-10,3%).
  • Comparativamente com novembro do ano passado, arrendar casa ficou mais caro em Évora (+111,3%), onde mais que duplica de 584€ para 1.234€. Também há aumentos significativos em Lisboa (+51,5%, de 1.295€ para 1.963€), Castelo Branco (+47,2%, de 422€ para 621€), Viseu (+46%, de 473€ para 691€) e Setúbal (+46%, de 800€ para 1.168€).
  • Em relação ao período homólogo, novembro apenas regista uma diminuição do preço médio de arrendamento nos distritos da Guarda (-11,6%), Portalegre (-4,7%) e Vila Real (-4,3%).
  • Portalegre (410€), Guarda (434€) e Vila Real (487%) são precisamente os distritos mais baratos para arrendar em novembro. Évora (1.234€) fica em 3º lugar dos distritos mais caros, depois de Lisboa (1.963€) e Porto (1.229€), ultrapassando Setúbal (1.168€) e Madeira (1.150€).

VENDA

  • O preço médio de venda anunciado manteve-se estável em outubro (+0,4%), face a setembro, passando de 405.451€ para 407.076€. Em comparação com o período homólogo de 2021, que registava um valor médio de venda de 367.543€, há um aumento de +10,8%, com as casas a ficar cerca de 39 mil euros mais caras.

Distritos em destaque:

  • Os distritos com o maior aumento do preço médio de venda em novembro, face a outubro, foram Castelo Branco (+2,3%), Santarém (2,1%) e Leiria (2%).
  • Por outro lado, Évora (-3,2%) e Viseu (-2,1%) registam ligeiros decréscimos, mantendo-se a estabilidade nos preços.
  • Em relação ao período homólogo de 2021, os distritos que registaram um maior aumento no preço das casas em novembro foram, novamente, a Região Autónoma da Madeira (+23,6%, de 379.992€ para 469.630€), Setúbal (+20,7%, de 314.989€ para 380.346€), Santarém (+17,3%, de 171.035€ para 200.556€) e Guarda (+16,5%, de 112.969€ para 131.575€).
  • Évora (-3,2%) e Viseu (-2,1%) são os distritos que, face a novembro do ano passado, registam a maior quebra do preço médio de venda.
  • Portalegre (115.535€), Castelo Branco (125.237€) e Guarda (131.575€) mantiveram-se os distritos mais baratos para comprar casa em novembro. Os mais caros foram Lisboa (636.473€), Faro (577.296€) e Região Autónoma da Madeira (469.630€).

O Imovirtual, Portal imobiliário de referência, acaba de divulgar um estudo, baseado em dados disponíveis na plataforma, no qual analisa a evolução dos preços médios anunciados de venda e arrendamento em Portugal.

Os dados agora partilhados referem-se ao comparativo de novembro com outubro deste ano e com o período homólogo (novembro) do ano passado.

A par com o grande aumento da renda em Lisboa, que já era a região mais cara para arrendar, vemos subidas significativas da renda média em várias cidades, sobretudo em Évora. Podem existir vários fatores para tal, nomeadamente a universidade, mas também a descentralização para cidades do interior, sendo que Évora é relativamente central e perto da capital. Continuamos também a ver a estabilização dos preços de venda, numa altura em que a subida dos juros está a influenciar grandemente a decisão de compra”, comenta Diogo Lopes, Marketing Manager do Imovirtual.

Para consulta de todos os dados analisados, consulte o seguinte link:

https://www.imovirtual.com/noticias/imoblog/barometro-precos-das-casas-em-novembro-de-2022-venda-arrendamento/

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