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IPG vai criar formação específica para o primeiro centro de inovação

Politécnico da Guarda vai criar formações específicas para o primeiro Centro para Economia e Inovação Social do país

Quatro escolas do IPG irão desenhar formações transversais dedicadas a jovens em risco, transição para a reforma, competências digitais, formação ao longo da vida, alimentação saudável ou capacitação de cuidadores. O presidente do Politécnico da Guarda já comunicou à ministra Ana Mendes Godinho que “para além de alinhar a sua oferta formativa com o CEIS, o IPG tem toda a disponibilidade, competências e interesse para ser seu membro permanente e participar ativamente nos seus projetos”.

O Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai criar oferta formativa específica para todos os agentes que irão participar nas atividades do primeiro Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS)do país, o qual foi ontem anunciado para a Guarda pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

O CEIS visa a capacitação das entidades da economia social, pelo que as formações anunciadas irão envolver todas as escolas do IPG: Escola Superior de Saúde, Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Escola de Educação, Comunicação e Desporto e Escola Superior de Turismo e Hotelaria.

“O Politécnico da Guarda saúda a criação deste centro pioneiro na Guarda e irá disponibilizar, muito em breve, formação de nível superior em áreas de intervenção social como jovens em risco, transição para a reforma, competências digitais, educação e formação ao longo da vida, alimentação saudável ou capacitação de cuidadores”, afirma o presidente do Politécnico da Guarda, Brigas Joaquim.

“Serão formações desenhadas especificamente para as áreas da economia e da inovação social, com caráter transversal e envolvendo docentes e investigadores das diferentes escolas e áreas científicas do Politécnico da Guarda, para além de instituições privadas e públicas, entre as quais o Instituto da Segurança Social e IPSS”.

O presidente do IPG considera que a localização do novo centro na Guarda vem reforçar a vocação da cidade e da sua instituição de ensino superior para a área social, uma vez que o polo da Região Centro do Observatório Nacional do Envelhecimento já funciona nas instalações do Politécnico da Guarda e este lidera projetos europeus nesta área.

“O IPG está muito bem posicionado para apoiar a definição de políticas públicas na área da inovação social, assim como de políticas para enfrentar os problemas sociais de saúde, integração, juventude e capacitação da população sénior”, afirma Joaquim Brigas.

Segundo o presidente do Politécnico da Guarda, a decisão do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social de localizar na Guarda o novo centro de Economia e Inovação Social espelha isso mesmo.

“Para além de alinhar a sua oferta formativa com o CEIS, o IPG tem toda a disponibilidade, competências e interesse para ser seu membro permanente e para colaborar diretamente e de forma ativa nas suas atividades e projetos”, afirma Joaquim Brigas, indicando que já comunicou isso mesmo à ministra Ana Mendes Godinho.

O futuro CEIS resulta de uma parceria entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional, a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social(CASES), a Confederação Portuguesa de Economia Social (CPES), o Centro de Estudos Ibéricos (CEI) e o Instituto da Segurança Social (ISS).

 

 

 

 

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