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Pólo do Observatório do Envelhecimento na Região Centro terá sede no Politécnico da Guarda

O IPG está orientado para “apoiar a definição de políticas públicas de apoio ao envelhecimento ativo, assim como de políticas para enfrentar os problemas sociais e de saúde com que a população mais idosa se irá deparar no futuro próximo”, afirma o seu presidente, Joaquim Brigas. O pólo do Observatório do Envelhecimento no Politécnico da Guarda terá, segundo a secretária de Estado da Ação Social,Rita Mendes, “inegável relevância para os territórios do Interior e para uma parte significativa das suas comunidades”.

O Instituto Politécnico da Guarda – IPG será a sede na Região Centro do Observatório Nacional do Envelhecimento.

O anúncio foi feito hoje, 12 de janeiro, pelo coordenador da rede nacional do Envelhecimento Ativo, Nuno Marques, durante a assinatura do acordo adesão do AgeInFuture – Centro de Referência para o Envelhecimento Ativo e Saudável do Interior da Região Centro – ao Observatório Nacional do Envelhecimento(ver Acordo em anexo).

“O envelhecimento da população acentuar-se-á nas próximas décadas e terá um impacto significativo na vida das pessoas e do país, afetando o crescimento económico, os cuidados de saúde e a coesão social e do território”, afirma Joaquim Brigas, presidente do Instituto Politécnico da Guarda.

“Pelo trabalho científico e conhecimento que se tem vindo a produzir nesta matéria, e pela colaboração direta com unidades de saúde e instituições do setor social, o Politécnico da Guarda está muito bem posicionado para apoiara definição de políticas públicas de apoio ao envelhecimento ativo,assim como de políticas para enfrentar os problemas sociais e de saúde com que a população mais idosa se irá deparar no futuro próximo”.

O AgeInFuture é a nova estrutura dinamizada pelo Instituto Politécnico da Guarda, pela Universidade da Beira Interior e pelos politécnicos de Castelo Branco e de Viseu para criar melhores condições de vida aos idosos. Na assinatura do protocolo de adesão do AgeInFuture ao Observatório Nacional do Envelhecimento a secretária de Estado da Ação Social, Rita Mendes, afirmou que esta iniciativa terá um papel de “inegável relevância para os territórios do Interior e para uma parte significativa das suas comunidades”.

A partir de agora o AgeInFutureirá ficar associado à estratégia do Observatório Nacional do Envelhecimento e terá como objetivo fazer uma avaliação regular dos indicadores do envelhecimento em Portugal, assim como de propor medidas de intervenção para os enfrentar e alterar.

“Esta parceria irá permitir unir recursos e conhecimento do Observatório Nacional do Envelhecimento e do AgeInFuture para promover o envelhecimento ativo e saudável em todo o país, em particular nas regiões do Interior ainda mais envelhecidas”, afirma Joaquim Brigas. “É urgente criar medidas eficazes para que os idosos possam ser úteis e sentirem-se saudáveis, seguros e com uma participação quotidiana na sociedade”.

O Politécnico da Guarda tem desenvolvido várias iniciativas para melhorar a qualidade de vida da população idosa: projetos de investigação sobre o bem-estar e a atividade física da população idosa; formação nas áreas do envelhecimento ativo e da educação social; cursos e ações de formação para recursos humanos que trabalham em lares e em instituições particulares de solidariedade social (IPSS).

“Enquanto unidade de ensino superior com quatro escolas e múltiplos cursos, o Politécnico da Guarda está hoje e, de há alguns anos a esta parte, orientado para a promoção de soluções inovadoras para desenvolver a economia associada ao envelhecimento da sociedade, bem como para contribuir para o aumento do número de anos de vida saudável da população do Interior e da população de todo o país”, afirma o presidente do Instituto Politécnico da Guarda. Segundo Joaquim Brigas, “a pandemia da Covid-19 veio mostrar a importância central que têm as políticas de envelhecimento ativo, uma vez que são estas que permitem às pessoas mais velhas manterem um estilo de vida seguro e saudável mesmo quando têm de reduzir a sua circulação e as suas interações sociais”.

 

 

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